Principais lições deste artigo
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A conformidade com exigências de ESG tornou a migração para energia renovável certificada um requisito de permanência na cadeia de suprimentos em 2026.
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Empresas do Grupo A podem migrar ao mercado livre de energia sem consumo mínimo e obter I-RECs auditáveis para comprovar emissões zero de Escopo 2 em relatórios GRI, CDP e SBTi.
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O processo de migração leva seis meses e exige envolvimento coordenado de Financeiro, Operações e ESG para evitar atrasos e manter a continuidade operacional.
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Contratos de cinco anos com preço fixo e emissão de I-RECs pela Serena Energia proporcionam previsibilidade de custos e prova reconhecida internacionalmente para questionários de clientes.
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Para iniciar sua jornada ESG com energia renovável certificada, fale com a Serena Energia.
Pré-requisitos antes de começar
O processo começa com a organização de dados e responsáveis internos. Reúna o histórico de consumo dos últimos 12 meses, as faturas atuais da distribuidora e o contrato vigente com a distribuidora local. Defina também os responsáveis internos: o Diretor Financeiro para aprovação contratual e previsibilidade orçamentária, o Gerente de Operações para garantir continuidade do fornecimento durante a migração e o Gerente de ESG para alinhar os certificados às metas de sustentabilidade da empresa.
Guia passo a passo
Passo 1: realize o diagnóstico de emissões de Escopo 2
O diagnóstico de Escopo 2 define a linha de base de emissões da empresa. O Escopo 2 cobre as emissões indiretas provenientes do consumo de energia elétrica e costuma ser o primeiro ponto de análise em questionários ESG de grandes clientes. Utilize o GRI 302: Energy 2016 e GRI 305: Emissions 2016 como referência para mapear consumo e emissões. O Gerente de ESG conduz esse diagnóstico com suporte do Financeiro para os dados de fatura.
Passo 2: mapeie as exigências específicas dos seus grandes clientes
O mapeamento das exigências dos clientes orienta o tipo de comprovação que a empresa precisa adotar. Cada grande cliente pode solicitar formatos distintos de relatório e de certificação. Os padrões GRI 308: Supplier Environmental Assessment 2016 e os relatórios baseados em IFRS S1 e IFRS S2, obrigatórios para empresas listadas brasileiras a partir de 2026, são referências frequentes. Levante quais questionários seus clientes enviam e quais certificações aceitam como prova de energia renovável.
Passo 3: verifique a elegibilidade para o mercado livre de energia
A verificação de elegibilidade mostra se a empresa já pode migrar. Qualquer empresa do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, pode migrar para o mercado livre de energia. Não há consumo mínimo exigido. A Serena Energia realiza essa análise de elegibilidade sem custo. Com mais de 17 anos de experiência e posição entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, a Serena Energia oferece migração gerenciada de ponta a ponta, sem custo adicional para o cliente.
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Passo 4: compare mercado cativo e mercado livre de energia
A comparação entre mercado cativo e mercado livre de energia orienta a decisão estratégica e a adequação ESG. A tabela abaixo sintetiza as principais diferenças entre os dois ambientes de contratação. Note especialmente a linha “Comprovação ESG”: apenas o mercado livre de energia permite o uso de I-RECs auditáveis, instrumento aceito por grandes clientes como prova de consumo de energia renovável.
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Critério |
Mercado cativo |
Mercado livre de energia |
|---|---|---|
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Preço |
Definido pela ANEEL, sujeito a reajustes anuais e bandeiras tarifárias |
Negociado em contrato bilateral, com preço acordado antecipadamente |
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Previsibilidade orçamentária |
Baixa, bandeiras tarifárias tornam o planejamento incerto |
Alta, preço fixo contratado por período determinado |
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Comprovação ESG |
Sem rastreabilidade de origem renovável por padrão |
I-RECs emitidos por MWh consumido, reconhecidos pelo GHG Protocol, CDP, RE100 e SBTi |
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Escolha do fornecedor |
Nenhuma, distribuidora local obrigatória |
Livre, empresa escolhe a geradora, como a Serena Energia |
No mercado livre de energia, a distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade. A mudança ocorre na escolha do fornecedor de energia e nas condições contratuais.

Passo 5: contrate uma comercializadora e feche o contrato
A contratação de uma comercializadora com geração própria de energia renovável garante rastreabilidade da fonte. A Serena Energia atua majoritariamente com energia eólica no mercado livre de energia e oferece contratos tipicamente de cinco anos, com preço fixo, o que reduz a incerteza de reajustes anuais. A Serena Energia assume todo o processo burocrático, incluindo a notificação à distribuidora e o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), sem custo adicional.
Passo 6: execute a migração gerenciada
A execução da migração segue um cronograma definido em lei. O processo leva seis meses, prazo legal para encerramento do contrato com a distribuidora. Esse período se organiza em três frentes principais: preparação documental, adequação técnica e ativação comercial no mercado livre de energia.
Durante esse período, a Serena Energia conduz as etapas técnicas, jurídicas e financeiras para registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), além da adequação do sistema de medição e da instalação dos equipamentos necessários, sem custo para o cliente. O Gerente de Operações deve acompanhar esse processo para manter a produção sem interrupções.

Passo 7: solicite a emissão dos I-RECs
A solicitação de I-RECs transforma o consumo de energia renovável em prova auditável. O I-REC (International Renewable Energy Certificate) representa 1 MWh de energia gerada por fonte renovável, com metadados de tecnologia, localização e data. Esse certificado é o instrumento padrão para zerar emissões de Escopo 2 em relatórios de sustentabilidade.
Sem certificados de atributo energético, declarações como “100% energia renovável” perdem credibilidade e expõem a empresa a riscos reputacionais. A Serena Energia emite I-RECs correspondentes ao consumo do cliente, prontos para uso em relatórios GRI, CDP e SBTi. Atenção: os certificados devem corresponder ao ano de consumo, não é possível certificar retroativamente períodos anteriores.
Estruture sua estratégia de I-RECs com orientação especializada.
Passo 8: integre os certificados aos relatórios ESG
A integração dos I-RECs aos relatórios ESG conecta a comprovação técnica às demandas de mercado. Com os I-RECs cancelados em registro, a empresa passa a ter prova auditável do consumo de energia renovável. Esse documento alimenta relatórios baseados no GRI 305 e GRI 102: Climate Change 2025 e responde diretamente aos questionários de grandes clientes.
A partir de setembro de 2026, a Diretiva europeia de Empoderamento do Consumidor para a Transição Verde passa a proibir alegações genéricas como “sustentável” sem evidência verificável. Essa mudança reforça a necessidade de certificação reconhecida.
Passo 9: avalie créditos de carbono para neutralização adicional
A avaliação de créditos de carbono complementa a estratégia de energia renovável. Para empresas com metas de neutralização além do Escopo 2, a Serena Energia oferece créditos de carbono de projetos certificados. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.
O governo brasileiro estruturou em 2026 mecanismos de certificação de créditos de carbono com foco em integridade e rastreabilidade, o que fortalece a credibilidade desse instrumento no mercado nacional.
Passo 10: monitore resultados e mantenha a conformidade
O monitoramento contínuo consolida os resultados e evita desvios de rota. Após a migração, estabeleça uma rotina mensal de acompanhamento do consumo realizado versus contratado pelo painel da Serena Energia, verificação dos I-RECs cancelados e atualização do inventário de emissões de Escopo 2. Um consultor da Serena Energia permanece disponível para suporte contínuo.

Auditorias de terceiros podem ser realizadas anualmente para validar as declarações ESG perante grandes clientes e investidores. Esse ciclo de revisão fortalece a consistência das informações divulgadas.
Erros comuns que atrasam a adequação ESG e como evitá-los
Subestimar o prazo de migração. O processo leva seis meses a partir da notificação à distribuidora. Empresas que aguardam o vencimento de um contrato com grande cliente para iniciar a migração perdem o prazo e ficam sem a comprovação necessária. Iniciar o processo com antecedência é determinante.
Falta de alinhamento interno. Mesmo com início no prazo, a falta de coordenação entre Financeiro, Operações e ESG pode gerar atrasos. Quando essas áreas não atuam de forma integrada, surgem pendências documentais e riscos de descontinuidade operacional. O processo exige envolvimento das três áreas desde o início.
Não solicitar os I-RECs. Por fim, mesmo com migração bem executada, deixar de solicitar os certificados anula o benefício ESG. Migrar para o mercado livre de energia com energia renovável sem solicitar os certificados correspondentes deixa a empresa sem a prova auditável exigida pelos grandes clientes. Os certificados de atributo energético devem corresponder ao período de consumo, não é possível recuperá-los retroativamente após o fechamento do ano.
Como verificar resultados e manter a conformidade
A rotina de conformidade consolida o uso de energia renovável na gestão ESG. As ações mensais incluem a revisão do painel da Serena Energia com comparativo entre mercado cativo e mercado livre de energia, a verificação dos I-RECs cancelados no registro internacional e a atualização do inventário de emissões de Escopo 2.
Anualmente, uma auditoria de terceiros valida as declarações ESG e fortalece a credibilidade perante clientes e investidores. Com as atualizações do GHG Protocol caminhando para correspondência temporal e espacial mais rigorosa, ciclos disciplinados de aquisição e cancelamento de certificados tendem a se tornar prática padrão.
Opções avançadas para empresas com múltiplas unidades ou metas de neutralização
A gestão centralizada de múltiplas unidades permite ganhos de escala na contratação de energia. Empresas com várias unidades consumidoras podem agregar os volumes para negociar contratos no mercado livre de energia em condições mais eficientes. A Serena Energia atende todo o Brasil e pode estruturar contratos que contemplem diferentes unidades sob uma gestão centralizada.
Para metas de neutralização mais amplas, que cubram Escopo 1 e Escopo 3, a combinação de I-RECs com créditos de carbono de projetos certificados forma uma estratégia completa. PPAs de longo prazo com a Serena Energia oferecem previsibilidade de custos por períodos estendidos, alinhando o planejamento financeiro às metas de sustentabilidade de longo prazo.

Perguntas frequentes
Minha empresa precisa ter um consumo mínimo para migrar ao mercado livre de energia?
Não. Conforme explicado no Passo 3, empresas do Grupo A podem migrar para o mercado livre de energia independentemente do volume de consumo. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo.
O que é o I-REC e como ele comprova o uso de energia renovável para grandes clientes?
O I-REC é um certificado internacional que representa 1 MWh de energia gerada por fonte renovável. Cada certificado contém informações sobre tecnologia, localização e data de geração. Quando cancelado em registro, o I-REC comprova de forma auditável que a empresa consumiu energia limpa, sendo aceito em relatórios GRI, CDP, RE100 e SBTi. Esse instrumento é o padrão para zerar emissões de Escopo 2 em questionários de grandes clientes.
A migração para o mercado livre de energia pode interromper o fornecimento de energia na minha operação?
Não. A migração ocorre em nível contratual e comercial. A distribuidora local continua obrigada a entregar a eletricidade fisicamente. A única mudança é o fornecedor de energia. A Serena Energia gerencia todo o processo de migração, incluindo a adequação do sistema de medição, sem impacto operacional.
Quanto tempo leva o processo de migração e quem cuida das etapas burocráticas?
O processo leva seis meses, prazo legal de rescisão com a distribuidora, conforme detalhado no Passo 6. A Serena Energia gerencia todo o processo de migração, incluindo as etapas técnicas e documentais, sem custo adicional para o cliente.
Como a Serena Energia ajuda empresas com múltiplas unidades a atender exigências ESG de grandes clientes?
A Serena Energia atende todo o Brasil e pode estruturar contratos que contemplem diferentes unidades consumidoras sob uma gestão centralizada. A emissão de I-RECs cobre o consumo agregado de todas as unidades, o que simplifica a comprovação ESG em relatórios consolidados. Para metas de neutralização mais amplas, a Serena Energia oferece também créditos de carbono de projetos certificados.
Coloque sua energia no lugar certo
A adequação da empresa às exigências ESG de grandes clientes em 2026 segue um processo estruturado, com prazo definido e resultado mensurável. A migração ao mercado livre de energia com energia renovável entrega três benefícios simultâneos: redução de custos com previsibilidade orçamentária, eliminação das emissões de Escopo 2 por meio de I-RECs auditáveis e fortalecimento do posicionamento competitivo na cadeia de fornecimento de clientes exigentes. A Serena Energia gerencia cada etapa desse processo, da análise de elegibilidade à emissão dos certificados, sem custo adicional para o cliente.


