Principais lições deste artigo
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A projeção de inflação de 4,5% para 2026 mantém a pressão sobre os custos operacionais, com destaque para a energia elétrica, sujeita a reajustes anuais e às bandeiras tarifárias.
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Empresas do Grupo A podem migrar para o mercado livre de energia e transformar tarifas variáveis em preço fixo negociado em contrato de longo prazo.
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O processo de migração segue sete etapas, tem prazo de 6 meses e pode ser conduzido integralmente por um parceiro especializado, sem custo adicional.
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A migração amplia a previsibilidade orçamentária e permite acesso à energia 100% renovável, com emissão de I-RECs para comprovar consumo limpo em relatórios ESG.
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Para iniciar sua análise de viabilidade e proteger sua empresa da inflação, fale com um consultor da Serena Energia.
Pré-requisitos para começar
O processo de migração começa com informações básicas sobre consumo e com o envolvimento das áreas certas da empresa.
Conhecimento necessário: leitura básica da fatura de energia, com atenção à demanda contratada, ap consumo em kWh e à modalidade tarifária, além da compreensão do perfil de consumo mensal, incluindo sazonalidades e picos de demanda.
Áreas internas envolvidas: financeiro ou controladoria para analisar custos e viabilidade do contrato, que depende dos dados técnicos de consumo fornecidos por operações ou facilities, enquanto o jurídico revisa as cláusulas contratuais antes da formalização do acordo.
Documentos padrão: faturas dos últimos 12 meses, CNPJ da empresa, dados da unidade consumidora junto à distribuidora local e informações sobre o sistema de medição instalado.
Condição técnica essencial: a empresa precisa dispor de um sistema de medição compatível com o mercado livre de energia. A Serena Energia se responsabiliza pela instalação dos equipamentos necessários, sem custo adicional ao cliente.
Visão geral do processo em 7 etapas
A migração para o mercado livre de energia segue uma sequência lógica, do diagnóstico ao monitoramento contínuo. Cada fase prepara a seguinte e, quando bem executada, reduz riscos operacionais e financeiros.

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Verificar a elegibilidade: confirmar enquadramento no Grupo A, com conexão em média ou alta tensão.
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Analisar o perfil de consumo: mapear sazonalidades, picos e demanda contratada.
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Escolher uma comercializadora confiável: avaliar solidez, experiência e modelo de gestão oferecido.
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Registrar a empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica): concluir o processo documental com apoio do parceiro escolhido.
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Negociar e assinar o contrato de energia: definir preço, prazo e volume.
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Implementar o sistema de medição: adequar os equipamentos ao padrão do mercado livre de energia.
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Monitorar e ajustar o consumo: acompanhar resultados mensalmente e identificar oportunidades de eficiência.
O prazo entre o início do processo e a entrada efetiva no mercado livre de energia é de 6 meses. Quanto antes a empresa iniciar, mais cedo começa a converter custos variáveis em despesas fixas e previsíveis.
Fale com um de nossos consultores e inicie sua análise de elegibilidade sem custo.
Guia passo a passo: como migrar para o mercado livre de energia
Passo 1: verificar a elegibilidade da empresa
Objetivo: confirmar se a empresa pode migrar. Desde janeiro de 2024, qualquer empresa conectada em média ou alta tensão, enquadrada no Grupo A, pode acessar o mercado livre de energia, independentemente do volume de consumo.
A Serena Energia realiza essa análise de elegibilidade gratuitamente.
Ação: localizar na fatura de energia o grupo tarifário A1, A2, A3, A3a, A4 ou AS. Qualquer um desses subgrupos indica enquadramento no Grupo A.
Atenção: empresas com múltiplas unidades podem avaliar a consolidação de cargas para simplificar a gestão e potencializar a economia.
Passo 2: analisar o perfil de consumo
Objetivo: entender o padrão de consumo para orientar a escolha do contrato. O mapeamento mensal em kWh revela sazonalidades e picos de demanda que influenciam diretamente o tipo e o volume de energia a contratar.
Ação: reunir faturas dos últimos 12 meses e identificar os meses de maior e menor consumo. Em seguida, compartilhe esses dados com a comercializadora escolhida para que ela projete a economia esperada.
Risco a evitar: subestimar ou superestimar o consumo pode gerar exposição ao mercado de curto prazo. Uma análise criteriosa nesta etapa reduz esse risco.
Passo 3: escolher uma comercializadora confiável
Objetivo: selecionar um parceiro com solidez financeira, geração própria e capacidade de gestão de ponta a ponta. Uma comercializadora sem geração própria depende de comprar energia de terceiros, o que pode representar maior exposição a oscilações de preço.
A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história e clientes como Heineken, Cargill e Bayer.
No mercado livre de energia, a Serena Energia atua majoritariamente com energia renovável e oferece migração gerenciada sem custo adicional para clientes sob sua gestão.

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Critério |
Mercado regulado (cativo) |
Mercado livre de energia com a Serena Energia |
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Escolha do fornecedor |
Não, distribuidora local obrigatória |
Sim, empresa escolhe a geradora |
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Preço da energia |
Definido pela ANEEL, sujeito a reajustes e bandeiras tarifárias |
Fixo, negociado em contrato de longo prazo |
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Previsibilidade orçamentária |
Baixa, oscila conforme bandeiras tarifárias |
Alta, preço acordado antecipadamente |
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Origem da energia |
Sem comprovação de fonte renovável |
100% renovável, com emissão de I-RECs |
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Gestão do processo |
Empresa gerencia relação com distribuidora |
Serena Energia gerencia todo o processo |
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Entrega física da energia |
Distribuidora local |
Distribuidora local, sem alteração |
Nota: a distribuidora local permanece responsável pela entrega física da eletricidade em ambos os cenários. A migração para o mercado livre de energia representa uma mudança comercial e contratual, sem impacto na qualidade ou na continuidade do fornecimento.
Passo 4: registrar a empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica)
Objetivo: habilitar a empresa como agente do mercado livre de energia. O processo envolve documentação técnica, jurídica e financeira. A Serena Energia conduz todo esse processo, sem custo adicional ao cliente.
Dependência: esta etapa só avança após a definição da comercializadora e a assinatura do contrato de energia.
Passo 5: negociar o contrato de energia
Objetivo: fixar preço, prazo e volume de energia. Contratos no mercado livre de energia costumam ter duração de três a cinco anos, com preço acordado antecipadamente.
Atenção: no modelo varejista, o cliente não compra um volume fixo de energia, fecha o preço e paga pelo consumo realizado multiplicado pelo preço contratado. Esse modelo simplifica a gestão e reduz a exposição a desvios de consumo.
Passo 6: implementar o sistema de medição
Objetivo: adequar os equipamentos de medição ao padrão do mercado livre de energia. A medição horária é obrigatória para participar do ambiente de contratação livre. A Serena Energia se responsabiliza pela instalação, também sem custo adicional para o cliente.
Passo 7: monitorar e ajustar o consumo
Objetivo: acompanhar resultados mensalmente e identificar oportunidades de eficiência. A Serena Energia disponibiliza um painel digital com economia mensal na fatura, economia consolidada, comparação entre mercado regulado e mercado livre de energia, previsão de consumo e consumo realizado.
Fale com um de nossos consultores e receba uma projeção personalizada para a sua empresa.
Erros comuns e como evitar
Erros frequentes:
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Iniciar o processo sem reunir as faturas dos últimos 12 meses, o que compromete a análise de consumo e a projeção de economia.
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Subestimar o prazo de seis meses para a migração e perder ciclos de economia.
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Não envolver o jurídico na revisão do contrato com a comercializadora.
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Escolher uma comercializadora sem geração própria, o que aumenta a exposição a oscilações de preço no mercado de curto prazo.
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Não alinhar as áreas de operações e financeiro desde o início, o que gera retrabalho na coleta de dados técnicos.
Como corrigir:
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Designar um responsável interno, geralmente o controller ou gerente de facilities, para coordenar o processo com a comercializadora.
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Solicitar à comercializadora um cronograma detalhado com marcos e responsáveis em cada fase.
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Usar esse cronograma para montar um checklist interno por etapa, com foco em elegibilidade, documentação, medição, contrato e monitoramento.
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Validar com a equipe de operações se o sistema de medição atual é compatível antes de assinar o contrato.
Como verificar os resultados
A comparação entre a fatura anterior, no mercado regulado, e a fatura atual, no mercado livre de energia, mostra de forma direta o resultado da migração.
Com a Serena Energia, o cliente passa a receber duas faturas, uma de energia e uma de distribuição, e conta com um painel digital que consolida os dados e facilita essa comparação.
KPIs financeiros recomendados: custo de energia por unidade produzida em R$/MWh, desvio entre o custo orçado e o custo realizado de energia e economia acumulada desde a migração.
KPIs operacionais recomendados: aderência ao consumo contratado, medida pelo desvio percentual mensal, e disponibilidade do sistema de medição.
Frequência de revisão: revisão mensal para acompanhamento de consumo e fatura e revisão semestral para avaliação estratégica do contrato e projeção de renovação.
Um consultor da Serena Energia permanece disponível após a migração para monitorar a performance de redução de custo e apoiar ajustes contratuais quando necessário.
Fale com um de nossos consultores e estruture o monitoramento de energia da sua empresa.
Opções avançadas para empresas com múltiplas unidades ou metas de sustentabilidade
Empresas com múltiplas unidades consumidoras podem consolidar a gestão energética sob um único contrato com a Serena Energia. Essa consolidação simplifica a administração e potencializa a economia agregada. A análise de elegibilidade por unidade é o ponto de partida para estruturar essa estratégia.
Empresas com metas públicas de redução de emissões podem contar com a emissão de I-RECs (International Renewable Energy Certificates) para cada MWh consumido.
O I-REC é um certificado digital rastreável e reconhecido globalmente que comprova o consumo de energia de fonte limpa e se tornou a principal ferramenta para zerar as emissões de Escopo 2 nos relatórios de sustentabilidade.
Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.

Empresas que buscam ir além e neutralizar outras fontes de emissão podem acessar créditos de carbono de projetos certificados, complementando a estratégia de descarbonização.
Como observou Rogério Andrade, Vice-Presidente de Product Supply na Bayer, “O acordo com a Serena é mais uma das importantes iniciativas que estamos implementando para atingir nossas metas de sustentabilidade, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”.
Temas relacionados para aprofundamento incluem gestão energética em operações industriais, estratégias de Escopo 2 para relatórios ESG e contratos de energia de longo prazo para múltiplas unidades.
Perguntas frequentes
Minha empresa é elegível para o mercado livre de energia?
Qualquer empresa conectada em média ou alta tensão, enquadrada no Grupo A, pode migrar para o mercado livre de energia, sem exigência de consumo mínimo. O Grupo A reúne os subgrupos A1, A2, A3, A3a, A4 e AS.
Como descrito no passo 1, a Serena Energia realiza a análise de elegibilidade gratuitamente, com base nas faturas da empresa.
A migração representa algum risco de interrupção no fornecimento de energia?
A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade e pela qualidade da rede. A única mudança é o fornecedor de energia. A operação não sofre impacto durante ou após o processo de migração.
Quanto tempo leva o processo de migração?
Como mencionado anteriormente, o prazo regulamentar é de 6 meses, contados a partir da notificação à distribuidora.
A Serena Energia conduz todas as etapas do processo, incluindo documentação, registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e adequação do sistema de medição, também sem custo adicional para o cliente. Por isso, quanto antes a empresa iniciar, mais cedo começa a economizar.
O que acontece se minha empresa consumir mais ou menos energia do que o contratado?
No modelo varejista da Serena Energia, o cliente fecha o preço da energia e paga pelo consumo realizado multiplicado por esse preço. Não há compra de volume fixo, o que reduz a exposição a desvios de consumo.
Um consultor da Serena Energia acompanha mensalmente o desempenho e orienta ajustes quando necessário.
O que é o I-REC e para que serve na prática?
O I-REC (International Renewable Energy Certificate) é um certificado digital que comprova, de forma auditável, que determinado volume de energia foi gerado por uma fonte renovável e injetado na rede.
Para cada MWh consumido, a Serena Energia pode emitir um I-REC correspondente. Esse documento é reconhecido globalmente e se consolidou como principal ferramenta para que empresas comprovem consumo de energia limpa em relatórios de sustentabilidade e zerem emissões de Escopo 2.
Conclusão: estruture agora seu plano de proteção contra a inflação
A energia elétrica é um dos itens de despesa operacional mais diretamente conversíveis em custo fixo e previsível.
Empresas do Grupo A, consumidoras de média e alta tensão, têm acesso ao mercado livre de energia e podem substituir tarifas sujeitas a reajustes e bandeiras tarifárias por um preço negociado e fixo em contrato de longo prazo.
O processo de migração é estruturado, tem prazo definido e pode ser conduzido integralmente por um parceiro especializado, sem impacto na operação e sem custo adicional de migração.
A Serena Energia oferece esse processo de forma gerenciada, com previsibilidade orçamentária e certificação de energia renovável.
O próximo passo é uma análise de viabilidade baseada nas faturas da sua empresa. Fale com um de nossos consultores e coloque sua energia no lugar certo: no crescimento do seu negócio.


