Principais lições deste artigo
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A conta de luz representa uma das maiores despesas de PMEs e o benchmarking de custos revela gaps que podem gerar economia anual de milhares de reais.
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Existem quatro tipos de benchmarking: interno, competitivo, funcional e genérico. Para PMEs que estão começando pela energia, o benchmarking funcional costuma ser o mais prático.
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Os principais KPIs para energia incluem custo por kWh, consumo por m² e percentual da energia no faturamento. Esses indicadores podem ser calculados com faturas dos últimos 12 meses e uso básico de Excel.
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Um processo estruturado em nove passos ajuda a identificar causas raiz como tarifas inadequadas e permite montar um plano de ação priorizado, com monitoramento trimestral para manter resultados consistentes.
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A geração distribuída da Serena Energia oferece descontos que podem chegar até a 20% na conta de luz após o período de conexão, que pode levar até 90 dias, sem investimento inicial: veja quanto você pode economizar.
O que é benchmarking de custos e por que PMEs precisam?
Benchmarking de custos é o processo sistemático de comparar os custos operacionais da empresa com padrões de referência do mercado, concorrentes ou melhores práticas do setor. Para PMEs, essa análise mostra onde recursos estão sendo desperdiçados e quais áreas oferecem maior potencial de economia.
Existem quatro tipos principais de benchmarking, e cada um ajuda a enxergar a conta de energia sob um ângulo diferente. A tabela abaixo resume esses tipos e mostra como aplicar cada um à análise de custos energéticos.
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Tipo de benchmarking |
Descrição |
Exemplo para PMEs |
Aplicação em energia |
|---|---|---|---|
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Interno |
Comparação entre unidades da mesma empresa |
Filiais de uma rede de restaurantes |
Consumo kWh/m² entre lojas |
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Competitivo |
Comparação com concorrentes diretos |
Padarias do mesmo bairro |
Custo de energia por produto fabricado |
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Funcional |
Comparação com empresas de funções similares |
Estabelecimentos comerciais com refrigeração |
Eficiência energética por equipamento |
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Genérico |
Comparação com melhores práticas universais |
Gestão de custos operacionais |
Percentual da energia no custo total |
A energia elétrica deve ser priorizada no benchmarking por representar um custo relevante e permitir soluções de redução em prazo curto. A Serena Energia, com mais de 17 anos de experiência no setor energético, mostra na prática como a geração distribuída pode melhorar esse cenário para PMEs.

Pré-requisitos para fazer benchmarking de custos
Agora que os tipos de benchmarking estão claros e a importância da energia foi definida, o próximo passo é reunir os dados que vão alimentar a análise. Antes de iniciar o processo, organize os seguintes elementos em ordem de prioridade:
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Faturas de energia elétrica dos últimos 12 meses, que formam a base histórica para calcular os KPIs atuais.
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Dados de consumo e custos do sistema ERP ou planilhas financeiras, que permitem cruzar informações de energia com faturamento, área e outros indicadores operacionais.
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Acesso a portais de dados setoriais, como Sebrae e IBGE, onde é possível encontrar benchmarks externos para comparação.
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Conhecimento básico de Excel para análise de dados, suficiente para montar planilhas, fórmulas simples e gráficos.
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Histórico de consumo por área ou equipamento, quando disponível, que permite análises mais detalhadas, embora não seja obrigatório para começar.
Como fazer benchmarking de custos em 9 passos?
1. Defina objetivos e KPIs específicos
O processo começa com metas claras. Para energia elétrica, vale combinar três KPIs que, em conjunto, mostram eficiência operacional e impacto financeiro do consumo.
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KPI |
Descrição |
Unidade de medida |
|---|---|---|
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Custo por kWh |
Valor pago por quilowatt-hora consumido |
R$/kWh |
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Consumo por m² |
Energia consumida por metro quadrado |
kWh/m² |
|
Percentual no faturamento |
Proporção da energia no faturamento total |
% |
2. Escolha o tipo de benchmarking mais adequado
PMEs que estão iniciando podem começar com benchmarking funcional. Esse tipo compara a empresa com negócios de porte e atividade similares na mesma região, o que gera referências mais realistas.

3. Colete dados internos detalhados
Organize informações das faturas de energia, incluindo consumo mensal, demanda contratada, bandeiras tarifárias e impostos. Calcule médias mensais, identifique sazonalidades e registre tudo em planilha para facilitar os próximos passos.
Com seus dados internos organizados, já é possível estimar quanto está sendo pago a mais. Descubra em menos de 1 minuto quanto a Serena Energia pode reduzir da sua conta de luz: simule seu desconto agora.
4. Pesquise benchmarks externos
Use dados de associações setoriais, estudos do Sebrae e relatórios de eficiência energética para definir padrões de comparação. Consulte também fornecedores de equipamentos para obter informações de consumo típico por modelo ou capacidade.
5. Normalize os dados para comparação
Ajuste os dados para tornar as comparações justas. Considere diferenças de porte, localização, sazonalidade e mix de produtos. Use métricas proporcionais como consumo por m², por funcionário ou por unidade produzida.
6. Analise gaps e oportunidades
Compare seus indicadores com os benchmarks identificados. Use a estrutura abaixo como modelo de análise e preencha cada linha com seus dados reais e os valores de referência do setor. O cálculo do gap percentual mostra onde estão as maiores oportunidades de economia.
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Indicador |
Sua PME |
Benchmark setor |
Gap (%) |
|---|---|---|---|
|
Custo energia/faturamento |
– |
– |
– |
|
Consumo kWh/m² |
– |
– |
– |
|
Custo por kWh |
– |
– |
– |
7. Identifique causas raiz dos gaps
Investigue as razões por trás das diferenças identificadas. Verifique se há equipamentos ineficientes, tarifas inadequadas, horários de consumo concentrados em ponta ou ausência de gestão energética estruturada. Com as causas raiz mapeadas, fica mais simples priorizar o que atacar primeiro.
8. Desenvolva um plano de ação priorizado
Use a lista de causas para organizar ações por potencial de economia e velocidade de implementação. Para redução rápida de custos com energia, uma alternativa é a geração distribuída.
A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros. O modelo não exige investimento inicial próprio nem obras na unidade consumidora.
Após o período de conexão mencionado anteriormente, os descontos que podem chegar até a 20% aparecem na primeira conta com o benefício ativo. Veja se a geração distribuída se encaixa no seu plano de ação.

9. Monitore resultados e ajuste estratégias
Defina revisões trimestrais dos indicadores para acompanhar o progresso e identificar novas oportunidades de economia. Atualize os dados, compare novamente com os benchmarks e ajuste o plano de ação conforme os resultados e mudanças no negócio.
Agora que o processo completo de benchmarking está claro, compare seus resultados com a economia que a geração distribuída pode oferecer. Simule quanto você pode economizar com a Serena Energia e avalie se essa solução acelera seus objetivos.
Ferramentas práticas: modelo Excel para benchmarking de custos
Uma planilha estruturada em abas facilita todo o processo de benchmarking. Crie abas separadas para dados históricos, benchmarks externos e análise de gaps.
Inclua colunas para consumo mensal, custos, KPIs calculados automaticamente e gráficos de tendência. Configure fórmulas para calcular desvios percentuais entre seus indicadores e os benchmarks do setor. Essa ferramenta em Excel permite que PMEs sem software especializado realizem análises consistentes de custos.
Exemplo prático de benchmarking de custos em PME de energia
Um restaurante de 200 m² seguiu os nove passos de benchmarking e identificou que seu consumo de 15 kWh/m² estava cerca de 40% acima da média setorial de 10,7 kWh/m² para estabelecimentos similares.
A análise de gaps mostrou que a tarifa contratada não era adequada ao perfil de consumo e que os equipamentos de refrigeração tinham mais de dez anos de uso.

Como solução imediata, o restaurante adotou a geração distribuída da Serena Energia, reduzindo os custos tarifários em aproximadamente 18% após o período de conexão. Em paralelo, o negócio planejou a substituição gradual dos equipamentos ineficientes, o que ampliou a economia ao longo dos meses seguintes.
Erros comuns e como evitar
Alguns erros se repetem em processos de benchmarking de custos:
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Usar dados incompletos ou desatualizados das faturas de energia.
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Comparar empresas com perfis muito diferentes sem normalizar os dados.
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Ignorar a energia elétrica como prioridade de análise.
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Não considerar sazonalidades no consumo.
Para evitar esses problemas, comece utilizando checklists de validação de dados, o que reduz o risco de trabalhar com informações incompletas ou antigas. Em seguida, concentre a análise inicial na energia elétrica, que costuma representar a maior oportunidade de economia.
Por fim, use soluções como a simulação da Serena Energia para validar rapidamente o potencial de redução de custos antes de avançar para análises mais complexas.
Perguntas frequentes
Como fazer benchmarking passo a passo de forma eficiente?
Um processo eficiente segue nove etapas: definir objetivos e KPIs, escolher o tipo de benchmarking, coletar dados internos, pesquisar benchmarks externos, normalizar dados, analisar gaps, identificar causas, desenvolver plano de ação e monitorar resultados.
Vale priorizar a energia elétrica, que tende a oferecer economia em prazo curto.
Quais são os quatro tipos de benchmarking de custos?
Os quatro tipos são interno, competitivo, funcional e genérico. O benchmarking interno compara unidades da mesma empresa. O competitivo compara com concorrentes diretos. O funcional compara com empresas de funções similares. O genérico compara com melhores práticas universais.
Para muitas PMEs, o funcional é o ponto de partida mais prático.
Como fazer benchmarking de energia para PMEs?
O processo envolve comparar indicadores como custo por kWh, consumo por m², percentual da energia no faturamento total e eficiência por equipamento. Use dados de associações setoriais como referência e avalie alternativas como a geração distribuída para reduzir custos após a conexão.
Quanto tempo leva para fazer um benchmarking completo?
Um benchmarking básico de custos energéticos pode ser feito em poucas horas, incluindo coleta de dados, análise e identificação de oportunidades. A implementação de soluções como a geração distribuída tende a gerar economia após o período de conexão.
Existem ferramentas gratuitas para benchmarking?
É possível criar modelos eficientes no Excel com cálculos automatizados e gráficos simples. Além disso, simuladores online como o da Serena Energia ajudam a avaliar rapidamente o potencial de economia com energia renovável.
Conclusão
O benchmarking de custos ajuda PMEs a identificar oportunidades de economia e a direcionar recursos para o crescimento do negócio. Ao priorizar a energia elétrica e seguir os nove passos apresentados, a empresa passa a ter um processo contínuo de revisão de custos e pode alcançar reduções relevantes no fluxo de caixa.
Revisões trimestrais dos indicadores mantêm a competitividade e indicam quando atualizar o plano de ação. Soluções imediatas como a geração distribuída podem acelerar os resultados e complementar as demais iniciativas de eficiência.
Pronto para transformar o diagnóstico em ação? Simule seu desconto com a Serena Energia e coloque sua energia no lugar certo: no crescimento do seu negócio.


