Principais lições deste artigo
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Centralizar o controle de energia por centro de custo permite visualizar todas as contas em um único painel e identificar desvios com rapidez.
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Mapear unidades, auditar faturas e definir KPIs padronizados, como kWh/m², custo por m² e percentual do faturamento, é essencial para comparar lojas de tamanhos diferentes.
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Automatizar cargas, consolidar dados em um painel e revisar mensalmente reduz a variabilidade de consumo e o tempo gasto com tarefas administrativas.
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Avaliar a fonte de energia contratada e optar por geração distribuída compartilhada elimina investimento inicial, obras e manutenção, com possibilidade de desconto de até 20% após o período de conexão.
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Com a Serena Energia, redes de lojas em baixa e média-baixa tensão nos 11 estados atendidos ganham previsibilidade de caixa e economia recorrente. Para avançar, acesse a simulação.
O que é controle centralizado por centro de custo?
Controle centralizado por centro de custo é o processo de atribuir a cada unidade, como loja, filial ou ponto de venda, um código de custo próprio, consolidar todas as faturas de energia em um único sistema de acompanhamento e comparar o desempenho energético entre unidades com métricas padronizadas. Em vez de cada gerente local lidar com a própria conta, a gestão administrativa da rede enxerga tudo em um painel único, identifica desvios e age com rapidez. A implementação desse controle exige um processo estruturado que vai do mapeamento inicial até o acompanhamento contínuo dos resultados.
7 passos para implementar o controle em rede de lojas
Passo 1: mapear todas as unidades e faturas
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Objetivo: ter visibilidade completa de quantas contas de energia existem na rede.
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Ações: listar CNPJ, endereço, distribuidora local e número de instalação de cada unidade, além de coletar as últimas 12 faturas de cada loja.
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Responsável interno: gerente administrativo ou financeiro.
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Documentos necessários: faturas dos últimos 12 meses e contrato de locação ou escritura de cada ponto.
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Ponto de atenção: faturas de energia costumam apresentar algum tipo de discrepância. Guardar todas as faturas físicas ou digitais é o primeiro passo para identificar cobranças indevidas.
Passo 2: realizar uma auditoria de faturas de energia
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Objetivo: identificar erros de cobrança, tarifas incorretas e leituras estimadas antes de qualquer ação de redução de consumo.
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Ações: comparar a classe tarifária registrada com o perfil real de cada loja, verificar se há leituras estimadas em vez de reais e checar duplicidade de cobranças.
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Responsável interno: gerente financeiro ou contador.
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Documentos necessários: faturas dos últimos 36 meses, prazo recomendado para recuperação de valores cobrados indevidamente.
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Ponto de atenção: leituras estimadas, tarifas desatualizadas e erros de transferência de dados entre sistemas são fontes comuns de cobrança indevida em portfólios com múltiplos pontos. Redes de varejo tendem a amplificar pequenos erros porque esses valores se repetem em diversas unidades.
Passo 3: definir KPIs de energia por loja
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Objetivo: criar uma base de comparação objetiva entre unidades de tamanhos e perfis diferentes.
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Ações: calcular kWh/m² por mês, custo de energia por m² e custo de energia como percentual do faturamento de cada loja, registrando esses valores em planilha ou sistema centralizado.
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Responsável interno: gerente administrativo com apoio do financeiro.
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Documentos necessários: faturas de energia, planta baixa ou área registrada de cada loja e relatório de faturamento mensal por unidade.
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Ponto de atenção: sem métricas padronizadas, a gestão não consegue saber se uma loja consome mais porque é maior ou porque apresenta um problema operacional. Os KPIs transformam a comparação em dado acionável.
Passo 4: identificar as maiores cargas e oportunidades de automação
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Objetivo: priorizar ações de eficiência nas cargas que mais pesam na fatura.
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Ações: mapear equipamentos de ar-condicionado, refrigeração, iluminação e equipamentos de processo, além de avaliar se há sensores de ocupação ou controles automáticos instalados.
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Responsável interno: gerente de operações ou facilities.
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Documentos necessários: inventário de equipamentos e laudos de manutenção preventiva.
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Ponto de atenção: sistemas de automação predial que ajustam iluminação e climatização com base em ocupação e horário reduzem o consumo de energia em espaços comerciais sem exigir intervenção manual constante. Aplicações comerciais, incluindo redes de varejo, já utilizam amplamente essa tecnologia.
Passo 5: centralizar o acompanhamento em um único painel
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Objetivo: eliminar o controle descentralizado e criar uma rotina de monitoramento mensal.
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Ações: escolher uma ferramenta, como planilha avançada, software de gestão de energia ou portal do fornecedor de energia, para consolidar faturas, KPIs e histórico de consumo, além de definir frequência de revisão, mensal no mínimo.
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Responsável interno: gerente administrativo.
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Documentos necessários: acesso às faturas digitais de todas as unidades.
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Ponto de atenção: plataformas de monitoramento de energia para edifícios comerciais ajudam a reduzir custos ao identificar e corrigir ineficiências de consumo. A centralização dos dados funciona como pré-requisito para qualquer ação de melhoria.
Passo 6: avaliar a fonte de energia contratada
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Objetivo: verificar se a rede paga o preço cheio da distribuidora ou se já conta com alguma solução de geração distribuída.
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Ações: comparar o custo atual por kWh com alternativas disponíveis na região de cada unidade e verificar se as lojas operam em baixa ou média-baixa tensão, requisito para geração distribuída compartilhada.
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Responsável interno: gerente financeiro ou sócio-proprietário.
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Documentos necessários: faturas recentes com classe de tensão identificada.
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Ponto de atenção: a geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros. Verificar se as unidades da rede estão dentro da área de cobertura é o primeiro filtro para acessar os descontos mencionados anteriormente, que passam a valer após o período de conexão.
Passo 7: implementar e acompanhar os resultados por centro de custo
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Objetivo: consolidar o processo e garantir que os ganhos sejam mensuráveis e contínuos.
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Ações: registrar os KPIs antes e depois de cada ação implementada, comparar a variabilidade de custo entre lojas mês a mês e ajustar o processo conforme os dados indicarem.
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Responsável interno: gerente administrativo com reporte ao sócio ou proprietário.
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Documentos necessários: histórico de KPIs, faturas mensais consolidadas e relatório de economia gerada.
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Ponto de atenção: o objetivo final não é apenas reduzir custo, mas tornar o custo previsível. Quando a gestão sabe quanto vai gastar com energia a cada mês, consegue precificar produtos com mais precisão e planejar investimentos com mais segurança.
Comparação: instalação própria de painéis solares vs. geração distribuída
Reduzir o custo de energia com geração própria pode seguir dois caminhos principais: instalar painéis solares em cada unidade ou contratar geração distribuída compartilhada.

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Critério |
Instalação própria de painéis solares |
Geração distribuída Serena Energia |
|---|---|---|
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Investimento inicial |
Dezenas de milhares de reais por unidade |
Zero |
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Obras no imóvel |
Sim, com risco de interromper a operação |
Nenhuma |
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Manutenção |
Responsabilidade do proprietário |
Responsabilidade integral da Serena Energia |
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Prazo para retorno |
Anos |
Desconto na fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias |
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Escalabilidade para múltiplas lojas |
Exige projeto e investimento separado por unidade |
Contratação digital, atende múltiplas unidades na mesma área de concessão |
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Gestão administrativa |
Controle separado por unidade |
Fatura única consolidada com portal do cliente |
A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas, com mais de 17 anos de atuação no setor. A solução de geração distribuída compartilhada não exige investimento inicial próprio em equipamentos, obras ou manutenção. Os créditos de energia são injetados na rede das distribuidoras e abatidos diretamente na fatura do cliente.

Métricas e resultados esperados
KPIs de energia por loja
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kWh/m² por mês: mede a intensidade de consumo por área e permite comparar lojas de tamanhos diferentes em condições equivalentes.
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Custo de energia por m²: traduz o consumo em impacto financeiro por área e facilita a comparação com referências do setor.
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Custo de energia como percentual do faturamento: indica o peso da energia na operação de cada unidade. Lojas com percentual acima da média da rede exigem investigação prioritária.
Comparação: software de gestão de energia vs. geração distribuída
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Dimensão |
Software de gestão de energia |
Geração distribuída Serena Energia |
|---|---|---|
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Redução de custo |
Possibilidade de desconto de até 20% na fatura após o período de conexão |
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Investimento necessário |
Licença de software e implantação |
Zero |
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Previsibilidade de custo |
Depende de ações corretivas contínuas |
Descontos contratados que se repetem mês a mês após a conexão |
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Consolidação de faturas |
Agrega dados, mas mantém múltiplas faturas |
Fatura única da Serena Energia por grupo de unidades |
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Tempo de gestão |
Requer equipe dedicada para análise |
Portal do cliente com histórico e gráficos por unidade |
Resultados esperados com o processo completo
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Redução da variabilidade entre lojas: KPIs padronizados revelam quais unidades estão fora do padrão e permitem ação direcionada.
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Previsibilidade de caixa: com a geração distribuída, o desconto é contratado e a fatura deixa de ser uma surpresa mensal.
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Tempo administrativo economizado: a fatura única da Serena Energia reduz a necessidade de conciliar múltiplas contas de distribuidoras diferentes e simplifica o fechamento financeiro.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva para começar a economizar com a Serena Energia?
Após a contratação, o período de conexão pode levar até 90 dias. Esse é o prazo que a distribuidora local utiliza para conectar o medidor da empresa ao sistema de créditos da Serena Energia. A partir da primeira fatura após esse período, o desconto já aparece aplicado.
Quais documentos são necessários para contratar?
O processo é 100% digital. São necessários: CNPJ da empresa, uma foto ou arquivo da fatura de energia recente de cada unidade e os documentos básicos da pessoa jurídica. Todo o envio ocorre online, sem necessidade de deslocamento ou papelada física.
É possível ter uma fatura única para todas as lojas da rede?
Sim. A Serena Energia consolida a cobrança em uma única fatura para as unidades atendidas, que já inclui o custo da energia com o desconto aplicado e os encargos da distribuidora. A Serena Energia se encarrega de quitar os valores devidos à distribuidora. Isso reduz a necessidade de controlar múltiplas contas e simplifica o fechamento financeiro mensal.
O que acontece se eu quiser cancelar o contrato?
Os contratos da Serena Energia descrevem as condições de cancelamento de forma clara. As regras de saída aparecem no contrato antes da contratação, sem letras miúdas. A Serena Energia busca construir uma relação de longo prazo baseada na economia gerada, e o cliente tem clareza sobre suas opções a qualquer momento.
A Serena Energia atende redes com lojas em estados diferentes?
Conforme mencionado anteriormente, a Serena Energia atua em 11 estados: SP (interior), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior). Unidades localizadas dentro dessas áreas de concessão e que operem em baixa ou média-baixa tensão, com conta a partir de R$ 500 por mês, são elegíveis. Para redes com lojas em estados fora dessa cobertura, a equipe da Serena Energia orienta sobre alternativas disponíveis.
Preciso instalar algum equipamento nas lojas?
Não. Nenhuma placa solar, nenhuma obra e nenhuma intervenção física em qualquer unidade da rede. A geração de energia acontece nas fazendas solares da Serena Energia, localizadas em regiões com alta incidência de sol. Os créditos são injetados na rede da distribuidora e abatidos automaticamente na fatura de cada loja contratada.
Resumo dos ganhos e próximo passo
Controlar custos de energia em várias lojas começa com organização, como mapear faturas, auditar cobranças e definir KPIs por unidade, e evolui para decisões estratégicas sobre como contratar energia. Os 7 passos deste guia cobrem o caminho completo, da avaliação inicial ao acompanhamento contínuo por centro de custo.
Para redes que operam em baixa e média-baixa tensão nos estados atendidos pela Serena Energia, a geração distribuída compartilhada é uma estratégia eficaz para reduzir o custo de energia sem investimento inicial próprio, sem obras e com baixa burocracia. Os descontos descritos no início deste artigo passam a aparecer na fatura após o período de conexão e se mantêm de forma previsível mês a mês.

A Serena Energia tem mais de 17 anos de história, atende clientes de todos os portes e oferece um portal do cliente que permite acompanhar o consumo e a economia de todas as unidades em um único lugar. A contratação é 100% digital e pode ser iniciada imediatamente.


