Principais lições deste artigo
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Empresas do Grupo A precisam de um processo estruturado de sete etapas para identificar e eliminar despesas que ainda consomem caixa sem gerar valor.
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A energia elétrica costuma ser uma das últimas frentes de redução de custos, pois, no mercado regulado, está sujeita a bandeiras tarifárias e reajustes imprevisíveis.
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Migrar para o mercado livre de energia permite fixar o preço em contrato e tornar esse gasto mais previsível no orçamento.
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Depois de mapear, classificar e renegociar despesas, a criação de dashboards semanais apoia o acompanhamento contínuo e decisões mais rápidas.
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Para iniciar sua migração e transformar a energia em vantagem competitiva, fale com a Serena Energia.
Este guia apresenta sete etapas para identificar e eliminar despesas desnecessárias. Cada etapa avança do mapeamento inicial ao acompanhamento contínuo.
Ao final, você terá um processo completo para tornar custos variáveis mais previsíveis no orçamento, incluindo a energia elétrica, que ainda representa uma das últimas frentes de redução de custos para empresas do Grupo A.
Por que a energia é uma das últimas frentes de redução de custos?
Depois de auditar fornecedores, renegociar contratos de serviços e revisar licenças de software, muitas empresas ainda enfrentam dificuldade para controlar a conta de energia no mercado regulado.
As bandeiras tarifárias tornam qualquer previsão de longo prazo imprecisa e os reajustes anuais fogem ao controle da gestão. O resultado é uma linha de custo relevante nas despesas operacionais que resiste às ferramentas tradicionais de gestão de gastos.
No mercado livre de energia, empresas do Grupo A negociam diretamente preço, prazo e volume com fornecedores como a Serena Energia. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade.
O que muda é o preço, que passa a ser fixado em contrato, sem exposição às bandeiras tarifárias. Essa previsibilidade transforma a energia de uma variável difícil de projetar em uma linha mais gerenciável do orçamento, mas antes de renegociar qualquer contrato, é necessário organizar todas as despesas da empresa.

Etapa 1: mapear todas as despesas
O ponto de partida é ter visibilidade total. Manter um sistema estruturado de categorias de despesas combinado com procedimentos padronizados de compras aumenta a responsabilização e permite monitoramento consistente em toda a organização.
Sem esse mapeamento, qualquer iniciativa de corte opera no escuro. A tabela a seguir organiza as principais categorias de despesa por tipo e prioridade de revisão e pode servir como referência para estruturar o seu próprio mapeamento.
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Categoria |
Exemplos |
Tipo |
Prioridade de revisão |
|---|---|---|---|
|
Energia e utilidades |
Conta de luz, gás, água |
Variável/controlável |
Alta |
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Fornecedores e insumos |
Matéria-prima, embalagens |
Variável |
Alta |
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Tecnologia |
Licenças de software, nuvem |
Fixo/recorrente |
Alta |
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Pessoal e benefícios |
Folha, plano de saúde |
Fixo |
Média |
Checklist de 30 dias: nos primeiros 10 dias, exporte todas as faturas e extratos dos últimos 12 meses por categoria. Nos 10 dias seguintes, identifique despesas sem centro de custo definido. Nos últimos 10 dias, valide com os gestores de cada área se cada linha tem um responsável nomeado.
Etapa 2: separar fixo e variável
Depois do mapeamento completo, a classificação entre custos fixos e variáveis mostra onde há maior espaço para redução. Custos fixos costumam exigir renegociação contratual. Custos variáveis respondem a mudanças de processo e de consumo. A tabela abaixo resume as diferenças e indica a ação prioritária para cada tipo.
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Tipo |
Característica |
Exemplo |
Ação prioritária |
|---|---|---|---|
|
Fixo |
Não varia com produção |
Aluguel, folha |
Renegociar ou consolidar |
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Variável |
Varia com volume ou uso |
Energia, insumos |
Auditar consumo e contratar melhor |
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Semivariável |
Tem componente fixo e variável |
Telefonia, logística |
Revisar franquias e tarifas |
A energia elétrica no mercado regulado é um custo variável com componente imprevisível. No mercado livre de energia, esse gasto passa a se comportar de modo semelhante a um custo fixo, com preço definido em contrato e consumo monitorado.

Etapa 3: aplicar o teste de retorno
Cada despesa precisa responder a uma pergunta objetiva: ela gera valor mensurável para a operação ou para o cliente?
Para aplicar esse teste de forma consistente em toda a organização, programas estruturados de redução de custos apresentam melhores resultados quando cada iniciativa tem meta definida, responsável, prazo e acompanhamento da economia realizada em relação à esperada.
Checklist de teste de retorno:
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A despesa está diretamente ligada à receita ou à continuidade operacional?
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Existe alternativa com custo menor e desempenho equivalente?
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O contrato atual foi renegociado nos últimos 24 meses?
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A empresa do Grupo A já avaliou o mercado livre de energia como alternativa ao mercado regulado?
Para a linha de energia, a resposta à última pergunta indica se há uma oportunidade concreta de reduzir custos operacionais sem impacto na operação.
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Etapa 4: auditar processos internos
Uma auditoria eficaz de despesas combina tecnologia e revisão periódica. O uso de monitoramento automatizado contínuo, somado a análises abrangentes em ciclos definidos, permite aplicar políticas em tempo real e identificar padrões que exigem julgamento humano.
O checklist a seguir organiza esse trabalho em 30 dias.
Checklist de 30 dias para auditoria de processos:
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Dias 1–10: mapear fluxos de aprovação de compras e identificar etapas sem registro digital.
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Dias 11–20: cruzar faturas pagas com pedidos de compra aprovados e identificar duplicidades.
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Dias 21–30: revisar contratos de fornecedores com vencimento nos próximos 6 meses e preparar pauta de renegociação.
Etapa 5: renegociar contratos
Com o mapeamento e a auditoria concluídos, a renegociação de contratos costuma gerar o impacto mais direto no demonstrativo de resultados.
A tabela abaixo relaciona categorias, ações recomendadas, prazos típicos e potencial de redução.
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Categoria |
Ação recomendada |
Prazo típico |
Potencial de redução |
|---|---|---|---|
|
Energia elétrica (Grupo A) |
Migrar para o mercado livre de energia |
6 meses |
Variável por contrato (fonte: Serena Energia) |
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Software e licenças |
Auditar uso real e consolidar |
30–60 dias |
Variável por contrato |
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Fornecedores de insumos |
Renegociar volume e prazo |
30–90 dias |
Variável por categoria |
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Serviços terceirizados |
Comparar mercado e renegociar |
60–90 dias |
Variável por contrato |
Para a linha de energia, a renegociação significa contratar um fornecedor no mercado livre de energia. Como mencionado na introdução, o preço passa a ser definido em contrato de longo prazo, o que aumenta a previsibilidade do orçamento.
Etapa 6: definir orçamentos por categoria
Definir limites claros por categoria consolida os ganhos obtidos nas etapas anteriores. Estabelecer limites de gastos por funcionário e departamento, com base em histórico de despesas e alocações orçamentárias, e configurar sistemas para bloquear transações acima desses limites ajuda a manter o controle e evita excessos.
A tabela a seguir mostra exemplos de base de referência, responsáveis e frequência de revisão.
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Categoria |
Base de referência |
Responsável |
Frequência de revisão |
|---|---|---|---|
|
Energia |
Contrato mercado livre de energia |
Controller / Operações |
Mensal |
|
Fornecedores |
Histórico 12 meses |
Compras |
Trimestral |
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Tecnologia |
Licenças ativas auditadas |
TI / Financeiro |
Semestral |
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Viagens e despesas |
Política interna aprovada |
RH / Financeiro |
Mensal |
Etapa 7: criar um dashboard semanal
Líderes financeiros usam dados em tempo quase real para acompanhar despesas e apoiar decisões. Relatórios recentes indicam que uma parcela crescente de CFOs assume papel central na definição da estratégia organizacional, com foco em dados atualizados e supervisão mais ágil de custos.
Depois de definir orçamentos por categoria, o passo seguinte é acompanhar essas linhas em um painel simples e recorrente.
Para a linha de energia, o painel da Serena Energia exibe a variação mês a mês da fatura de energia, economia consolidada total acumulada desde a migração, comparação entre o custo no mercado regulado e o custo atual no mercado livre de energia, previsão de consumo mensal e consumo realizado até a data.
Esse conjunto de métricas torna a energia uma linha auditável e gerenciável no dashboard financeiro.
Opções avançadas: múltiplas unidades e metas de sustentabilidade
Empresas com múltiplas unidades consumidoras podem consolidar a gestão de energia em um único contrato no mercado livre de energia, o que simplifica o acompanhamento e amplia o poder de negociação.
Para gestores de ESG e diretores de sustentabilidade, a Serena Energia emite I-RECs (International Renewable Energy Certificates), certificados reconhecidos globalmente que comprovam, de forma auditável, que cada MWh consumido tem origem em fonte renovável.
Esses certificados são a ferramenta padrão para zerar as emissões de Escopo 2 em relatórios de sustentabilidade. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂. A empresa também oferece créditos de carbono para organizações que buscam neutralizar outras fontes de emissão.

Verificação de resultados
A eficácia do programa de redução de despesas precisa ser medida por métricas objetivas. Indicadores como economia total alcançada, economia por iniciativa individual, custo como percentual da receita, custo por unidade produzida e economia em procurement ajudam a acompanhar o desempenho.
Para a linha de energia, o painel da Serena Energia apresenta a comparação direta entre o custo que seria pago no mercado regulado e o custo efetivo no mercado livre de energia, mês a mês. Esse dado apoia o CFO na validação da iniciativa perante o conselho.
Perguntas frequentes
Minha empresa é do Grupo A. O que isso significa para o mercado livre de energia?
O Grupo A reúne consumidores atendidos em média e alta tensão. Qualquer empresa nesse grupo pode migrar para o mercado livre de energia, independentemente do volume de consumo. Não existe consumo mínimo exigido. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade gratuitamente, com base nas faturas da empresa.
A migração para o mercado livre de energia interrompe o fornecimento de energia?
Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade, e os fios, postes e a qualidade da rede permanecem sob responsabilidade dela. O que muda é o fornecedor de quem a empresa compra a energia e o preço pago por esse fornecimento.
Quanto tempo leva a migração e quem cuida do processo?
O processo regulamentar leva 6 meses, prazo legal para encerramento do contrato com a distribuidora. A Serena Energia conduz todas as etapas, desde a notificação à distribuidora, o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e a adequação do sistema de medição, sem custo adicional para o cliente.
Após a migração, a Serena Energia representa a empresa perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) no modelo varejista.
O que acontece se o consumo da empresa variar ao longo do contrato?
No modelo varejista do mercado livre de energia, o cliente não compra um volume fixo de energia, fecha o preço e paga pelo que consumir, calculado com base nesse preço contratado. A Serena Energia acompanha o consumo mensalmente e oferece suporte para ajustes, o que reduz a exposição ao mercado de curto prazo.
Como os I-RECs emitidos pela Serena Energia são usados nos relatórios de sustentabilidade?
O I-REC (International Renewable Energy Certificate) é um certificado digital rastreável que comprova que 1 MWh de energia foi gerado por uma fonte renovável e injetado na rede.
Para cada MWh consumido, a Serena Energia pode emitir um I-REC correspondente. Esse documento é reconhecido globalmente e é a ferramenta padrão para que empresas declarem, de forma auditável, que seu consumo de eletricidade é 100% renovável, requisito central para relatórios de ESG e metas de redução de emissões de Escopo 2.
Resumo dos benefícios práticos
As 7 etapas deste guia formam um processo completo. Do mapeamento inicial ao dashboard semanal, cada fase reduz desperdícios e aumenta a previsibilidade.
A energia elétrica, tratada nas etapas de auditoria e renegociação, costuma ser a linha que mais resiste às abordagens convencionais de corte de custos e que oferece grande potencial de previsibilidade quando migra para o mercado livre de energia.
Com a Serena Energia, empresa com mais de 17 anos de história e uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, a migração é gerenciada de ponta a ponta, sem custo adicional, com certificação de energia renovável incluída.


