Principais lições deste artigo
-
Empresas do Grupo A podem reduzir o custo de energia sem cortar consumo ao migrar para o mercado livre de energia.
-
O processo de migração leva cerca de 6 meses e não exige consumo mínimo.
-
Contratos com preço fixo eliminam a imprevisibilidade das bandeiras tarifárias e facilitam o planejamento financeiro.
-
Além da economia, a empresa pode obter certificação renovável via I-REC para atender metas de ESG.
-
Entre em contato com a Serena Energia para receber uma análise de viabilidade sem custo.
Pré-requisitos para iniciar a migração
A empresa precisa organizar dados básicos de consumo e envolver as áreas internas certas antes de iniciar a migração.
Dados necessários:
-
Faturas de energia dos últimos 12 meses
-
Demanda contratada atual, em kW
-
Perfil de consumo mensal, em kWh, incluindo sazonalidades e picos
-
Dados de conexão, como nível de tensão e código de identificação junto à distribuidora
Áreas internas a envolver:
-
Financeiro / Controladoria, para avaliar o impacto no orçamento e aprovar o contrato
-
Operações / Facilities, para acompanhar a adequação do sistema de medição
-
ESG / Sustentabilidade, para definir se a empresa deseja certificar o consumo como renovável
A Serena Energia realiza a análise de viabilidade sem custo. Não há consumo mínimo exigido: basta que a empresa faça parte do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão.
Visão geral do processo em 5 etapas macro
-
Análise de viabilidade: levantamento das faturas e do perfil de consumo para projetar a economia esperada.
-
Contratação: assinatura do contrato com a comercializadora escolhida, por cinco anos, com preço acordado antecipadamente.
-
Migração gerenciada: condução de todo o processo burocrático, incluindo notificação à distribuidora, registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e adequação do sistema de medição.
-
Ativação: após seis meses do início do processo, a empresa passa a operar no mercado livre de energia e começa a contabilizar a economia.
-
Gestão contínua: acompanhamento mensal de consumo, faturamento e performance de redução de custo por um consultor dedicado.
Cada etapa depende da anterior. Por isso, quanto antes a empresa iniciar a análise de viabilidade, mais cedo começa a economizar.
Passo a passo: como migrar para o mercado livre de energia sem impacto operacional
Passo 1: verificar a elegibilidade
A empresa precisa confirmar se está no Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão. A verificação das faturas atuais mostra o padrão de consumo e a demanda contratada. A Serena Energia pode fazer essa checagem gratuitamente.
Passo 2: mapear o perfil de consumo
O mapeamento mensal em kWh revela sazonalidades e picos de demanda. Essa análise orienta a escolha do tipo de contrato e define o volume a ser contratado. O responsável interno típico é o gerente de Facilities ou de Operações.
Passo 3: escolher a comercializadora e assinar o contrato
A escolha de uma comercializadora com geração própria e histórico sólido reduz riscos. A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de atuação e clientes como Heineken, Cargill e Bayer.
Os contratos costumam ter prazo de cinco anos, com preço fixo para a energia contratada, o que elimina a incerteza das bandeiras tarifárias do mercado cativo.

Passo 4: conduzir o processo de migração
Esta etapa inclui notificação formal à distribuidora, registro da empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e instalação dos equipamentos de medição compatíveis com o mercado livre de energia.
A Serena Energia assume integralmente essa etapa, sem custo adicional para o cliente. A entrega física da energia continua sendo responsabilidade da distribuidora local, pois a migração é um processo puramente comercial e contratual.
Passo 5: ativar o fornecimento e iniciar o monitoramento
Após seis meses do início do processo, a empresa entra no mercado livre de energia. Um consultor da Serena Energia passa a acompanhar mensalmente o consumo realizado, a economia acumulada e a comparação com o período no mercado cativo.
A tabela a seguir resume as principais diferenças estruturais entre os dois modelos e mostra como a migração amplia a previsibilidade e a flexibilidade de contratação.
Mercado cativo vs. mercado livre de energia
|
Critério |
Mercado cativo |
Mercado livre de energia |
|---|---|---|
|
Escolha do fornecedor |
Não, distribuidora local obrigatória |
Sim, empresa escolhe a comercializadora |
|
Preço da energia |
Regulado pela ANEEL, sujeito a reajustes e bandeiras tarifárias |
Negociado em contrato bilateral, fixo pelo prazo acordado |
|
Previsibilidade orçamentária |
Baixa, reajustes e bandeiras impactam o custo |
Alta, preço acordado antecipadamente |
|
Certificação renovável (I-REC) |
Não disponível |
Disponível mediante contratação |
|
Entrega física da energia |
Distribuidora local |
Distribuidora local, sem mudança |
Para iniciar o processo descrito acima, a empresa precisará reunir a documentação listada a seguir.
Checklist de documentos para a migração
-
Faturas de energia dos últimos 12 meses
-
Contrato de demanda vigente com a distribuidora
-
Documentação jurídica da empresa, como CNPJ e contrato social
-
Dados técnicos da unidade consumidora, como nível de tensão e ponto de conexão
-
Procuração para representação perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), quando aplicável
Erros comuns e como evitá-los
Não analisar a sazonalidade do consumo. Empresas que contratam um volume fixo sem considerar variações sazonais podem ficar expostas ao mercado de curto prazo nos meses de maior consumo, pagando preços que reduzem a economia planejada.
Para evitar essa exposição, é necessário mapear os últimos 12 meses antes de definir o volume contratado, de forma que o contrato reflita a realidade operacional.
Subestimar o prazo de seis meses. O processo de migração exige notificação prévia à distribuidora. Empresas que iniciam o processo sem planejamento perdem meses de economia. Uma boa prática é concluir a análise de viabilidade, assinar o contrato e enviar a notificação à distribuidora dentro do mesmo mês.
Falta de alinhamento interno. Quando financeiro, operações e ESG não estão alinhados desde o início, o processo pode travar em aprovações internas. A empresa pode reduzir esse risco ao nomear um responsável por área antes de iniciar a análise de viabilidade.
Escolher uma comercializadora sem geração própria. Empresas que dependem exclusivamente de comprar energia de terceiros para repassar ao cliente apresentam maior risco de fornecimento. A Serena Energia possui geração própria, o que confere maior solidez ao contrato.
Como verificar os resultados após a migração
A comparação entre as faturas do mercado cativo e as do mercado livre de energia é o indicador mais direto de economia.
A Serena Energia disponibiliza um painel digital com informações como economia mensal na fatura, economia consolidada total, comparação entre mercado cativo e mercado livre de energia, previsão de consumo mensal e consumo realizado até o momento.
Para o financeiro, os indicadores de previsibilidade orçamentária, como a estabilidade do custo unitário de energia ao longo dos meses, são tão relevantes quanto o desconto absoluto. No mercado livre de energia, o preço da energia contratada não oscila com bandeiras tarifárias, o que simplifica o planejamento de longo prazo.
Revisões mensais com o consultor da Serena Energia permitem identificar desvios de consumo em relação ao contratado e ajustar a estratégia quando necessário.
Opções avançadas para empresas com múltiplas unidades ou metas ESG
Empresas com mais de uma unidade consumidora podem consolidar o fornecimento em um único contrato, o que simplifica a gestão e pode ampliar a economia. A Serena Energia atende todo o Brasil no mercado livre de energia.
Para metas de ESG, a Serena Energia emite I-RECs (International Renewable Energy Certificates) correspondentes ao consumo da empresa. Cada certificado comprova, de forma auditável, que 1 MWh foi gerado por fonte renovável, no caso da Serena Energia, predominantemente eólica.
Esses certificados são reconhecidos globalmente e utilizados para zerar as emissões de Escopo 2 em relatórios de sustentabilidade. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.

Para empresas que buscam ir além, a Serena Energia oferece créditos de carbono de projetos certificados, cobrindo outras fontes de emissão além do consumo de energia elétrica.
Perguntas frequentes
Qualquer empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia?
Sim. Conforme mencionado anteriormente, qualquer consumidor do Grupo A pode migrar, independentemente do volume de consumo. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo para confirmar se a unidade consumidora está apta.
A migração representa algum risco de interrupção no fornecimento de energia?
Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua sendo responsável pela entrega física da energia, pelos fios e pela estabilidade da rede. A única mudança é de quem a empresa compra a energia.
Quanto tempo leva o processo de migração?
O prazo regulamentar de 6 meses mencionado anteriormente cobre todas as etapas burocráticas, conduzidas pela Serena Energia sem custo adicional para o cliente.
O que acontece se a empresa consumir mais ou menos energia do que o contratado?
Os contratos preveem uma faixa de flexibilidade. O consumo fora dessa faixa é liquidado no mercado de curto prazo. A Serena Energia acompanha mensalmente o consumo realizado e orienta ajustes para reduzir essa exposição.
Como os certificados I-REC funcionam na prática?
Para cada MWh consumido, a Serena Energia pode emitir um I-REC que rastreia a energia desde a fonte geradora até o consumidor final.
Esse certificado é reconhecido globalmente e permite que a empresa declare, de forma auditável, que seu consumo de eletricidade é 100% renovável, o que é relevante para relatórios de sustentabilidade e cumprimento de metas de ESG.

Conclusão: economia e previsibilidade sem reduzir consumo
Empresas do Grupo A, conectadas em média ou alta tensão, têm à disposição um caminho concreto para reduzir o custo de energia sem alterar o consumo nem a operação: a migração para o mercado livre de energia.
O processo leva cerca de 6 meses, não exige consumo mínimo e pode ser conduzido integralmente por uma comercializadora experiente, como a Serena Energia, sem custo adicional para o cliente.
Os resultados vão além da economia na fatura. Contratos com preço fixo eliminam a incerteza das bandeiras tarifárias e trazem previsibilidade ao planejamento financeiro. A certificação renovável via I-REC atende às exigências de ESG de investidores, clientes e reguladores.
Um consultor dedicado acompanha os resultados mês a mês e apoia os ajustes necessários.
Descubra quanto sua empresa pode economizar: solicite uma simulação personalizada sem custo.


