Como economizar sem reduzir despesas: guia para o Grupo A

Como economizar sem reduzir despesas: guia para o Grupo A

Conteúdo

Principais lições deste artigo

  • Empresas do Grupo A podem reduzir custos de energia sem alterar produção, equipe ou qualidade ao migrar para o mercado livre de energia.

  • A migração exige análise de consumo, escolha de parceiro com geração própria e registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), com prazo médio de 6 meses.

  • Monitoramento contínuo e renegociação de contratos no ambiente regulado são medidas complementares que potencializam a economia.

  • Evitar erros como documentação incompleta e escolha de comercializadoras sem geração própria aumenta a previsibilidade orçamentária.

  • Para implementar essas estratégias com suporte especializado, entre em contato com a Serena Energia.

A seguir, veja 3 das principais estratégias que empresas do Grupo A podem aplicar para reduzir custos de energia sem comprometer operações. A migração para o mercado livre de energia é o método central, complementado por ações de otimização contratual e monitoramento.

1. Migrar para o mercado livre de energia (método principal)

Objetivo: reduzir o custo unitário da energia elétrica por meio da livre negociação de contratos, eliminando a exposição às bandeiras tarifárias do mercado regulado.

Ações recomendadas: o primeiro passo é verificar a elegibilidade da empresa, que deve pertencer ao Grupo A e ser atendida em média ou alta tensão. Com a elegibilidade confirmada, o próximo passo é mapear o perfil de consumo para entender sazonalidades e picos.

Em seguida, a empresa deve escolher uma comercializadora experiente, registrar-se na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), negociar o contrato de fornecimento e adequar o sistema de medição às exigências do mercado livre de energia.

Responsáveis típicos: Diretor Financeiro ou Controller para aprovação contratual, Gerente de Operações ou Facilities para adequação técnica, Gerente de ESG para validação de certificados de origem renovável.

Dependências: a distribuidora local permanece responsável pela entrega física da energia. A migração é um processo comercial e contratual. A qualidade e a estabilidade do fornecimento físico não se alteram.

Pontos de atenção: o prazo de migração é de 6 meses. Quanto antes o processo for iniciado, mais cedo a empresa começa a capturar economia. A Serena Energia oferece migração gerenciada sem custo adicional para clientes sob sua gestão, assumindo as etapas burocráticas.

2. Renegociar contratos de energia no ambiente regulado

Objetivo: ajustar a demanda contratada e os parâmetros tarifários para reduzir cobranças desnecessárias enquanto a migração para o mercado livre de energia ainda está em curso.

Ações recomendadas: auditar faturas dos últimos 12 meses, identificar demanda contratada acima do consumo real, verificar o enquadramento tarifário e solicitar revisão junto à distribuidora quando houver inconsistências.

Responsáveis típicos: Controller ou Gerente de Facilities, com suporte de consultoria energética.

Dependências: acesso às faturas históricas e aos dados de medição. No ambiente regulado, os ajustes seguem as regras da distribuidora e podem ter janelas específicas de aplicação.

Pontos de atenção: essa ação gera economia incremental, mas não elimina a exposição às bandeiras tarifárias. Ela funciona como medida complementar, não substitui a migração para o mercado livre de energia.

3. Implementar monitoramento contínuo de consumo

Objetivo: identificar desperdícios e picos de demanda que elevam a fatura sem contribuir para a produção.

Ações recomendadas: instalar sistemas de medição em tempo real, mapear os principais equipamentos consumidores, identificar horários de pico e avaliar oportunidades de ajuste operacional, como mudança de horários de operação ou substituição de equipamentos ineficientes.

Responsáveis típicos: Gerente de Operações ou Gerente de Planta, com apoio da equipe de manutenção.

Dependências: infraestrutura de medição compatível e acesso aos dados de consumo por unidade ou processo.

Pontos de atenção: o monitoramento contínuo é o pré-requisito para qualquer ação de eficiência. Ele permite identificar os intervalos de pico que elevam os encargos de demanda, custos que podem ser reduzidos sem cortar produção ou exigir grandes investimentos de capital.

Em instalações industriais, sistemas de ar comprimido, aquecimento de processo, motores e iluminação costumam responder pela maior parte do consumo e também contribuem de forma relevante para custos de manutenção e paradas não planejadas.

Um único aerogerador branco se destaca em meio a uma densa camada de neblina ou nuvens, iluminado pela luz suave do pôr do sol.
A tecnologia eólica avançada permite que a Serena Energia capture ventos constantes em grandes altitudes, garantindo uma fonte de energia limpa, estável e eficiente para o seu negócio.

Agora que as principais estratégias de economia foram apresentadas, o próximo passo é entender o processo completo de migração para o mercado livre de energia, que viabiliza a redução estrutural de custos.

Processo completo de migração para o mercado livre de energia

A migração para o mercado livre de energia segue etapas sequenciais. Cada etapa tem objetivo, ações lógicas, responsáveis e riscos específicos.

Etapa 1: verificação de elegibilidade: confirmar que a empresa pertence ao Grupo A, com atendimento em média ou alta tensão. Não existe consumo mínimo para participar do mercado livre de energia. A elegibilidade depende do tipo de conexão.

Responsável: Controller ou Gerente de Facilities. Risco: unidades em baixa tensão não são elegíveis individualmente, o que exige avaliar a possibilidade de agrupamento de cargas.

Etapa 2: análise de consumo: mapear o consumo mensal em kWh, identificar sazonalidades e picos de demanda. Essa análise orienta a escolha do tipo de contrato e o volume a ser negociado. Responsável: Gerente de Operações. Ferramenta: faturas dos últimos 12 meses e dados do sistema de medição.

Etapa 3: escolha do parceiro comercializador: selecionar uma comercializadora com geração própria e histórico comprovado. Comercializadoras sem geração própria dependem de comprar energia de terceiros, o que pode representar maior risco de fornecimento, pois uma falha do fornecedor terceirizado pode comprometer o cumprimento do contrato.

Por isso, é recomendável priorizar parceiros com geração integrada. A Serena Energia, que está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, possui geração própria em parques eólicos e oferece contratos de cinco anos com preço acordado antecipadamente.

Responsável: Diretor Financeiro. Risco: escolher parceiro sem solidez financeira ou sem expertise em gestão regulatória.

Paisagem de um parque de energia renovável ao pôr do sol, apresentando grandes turbinas eólicas e vastas fileiras de painéis solares sobre colinas.
A combinação estratégica de fontes eólicas e solares maximiza a geração de energia limpa, garantindo maior estabilidade e eficiência para o suprimento do Mercado Livre.

Solicite um estudo de viabilidade gratuito para avaliar o potencial de economia da sua empresa no mercado livre de energia.

Etapa 4: registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica): cumprir o processo obrigatório que envolve documentação técnica, jurídica e financeira. A Serena Energia conduz esse processo sem custo adicional para clientes sob sua gestão, assumindo as etapas burocráticas de registro.

Responsável: parceiro comercializador, com suporte do jurídico interno. Risco: documentação incompleta atrasa o registro e posterga o início da economia.

Etapa 5: negociação do contrato: definir preço, prazo, volume e fonte de energia. No modelo varejista, o cliente fecha o preço por MWh e paga com base no consumo realizado no mês, dentro de uma faixa de flexibilidade. Responsável: Diretor Financeiro. Risco: não alinhar o volume contratado ao perfil real de consumo.

Etapa 6: adequação do sistema de medição: instalar equipamentos de medição compatíveis com o mercado livre de energia. A medição horária é obrigatória. A instalação dos equipamentos de medição também é realizada pela Serena Energia sem custo adicional para o cliente.

Responsável: Gerente de Operações, com suporte técnico do parceiro. Risco: atrasos na adequação postergam a data de início do fornecimento.

Etapa 7: monitoramento contínuo: após a migração, acompanhar mensalmente os resultados por meio de painel de gestão que compara custos no mercado regulado e no mercado livre de energia, consolida a economia acumulada e projeta o consumo futuro.

Responsável: Controller e Gerente de Operações. Ferramenta: plataforma digital da Serena Energia, com consultor dedicado ao contrato.

Conhecer o processo completo é essencial. Ademais, também é necessário evitar erros que podem comprometer os resultados da migração.

Quais os erros comuns e como evitá-los?

Falha de planejamento: iniciar o processo sem mapear o perfil de consumo resulta em contratos mal dimensionados. Quando o consumo real ultrapassa ou fica abaixo da faixa contratada, a diferença é liquidada no mercado de curto prazo, um ambiente com preços mais instáveis que podem gerar custos adicionais e reduzir a economia esperada.

Para evitar esse risco, a empresa deve realizar análise detalhada do consumo histórico antes de qualquer negociação.

Falha de documentação: documentação técnica ou jurídica incompleta atrasa o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e posterga o início da economia. A solução é delegar esse processo a um parceiro com experiência comprovada em migração gerenciada.

Falta de alinhamento entre áreas: decisões tomadas apenas pela área financeira, sem envolvimento de operações e ESG, resultam em contratos que não atendem às necessidades técnicas ou de sustentabilidade da empresa. A solução é formar um grupo de trabalho multidisciplinar desde a etapa de análise de viabilidade.

Escolha de parceiro sem geração própria: comercializadoras que não possuem geração própria dependem de terceiros para o fornecimento. A solução é priorizar parceiros com geração integrada e histórico de atendimento a clientes de grande porte.

Como verificar os resultados após a migração?

A verificação de resultados deve ser sistemática e periódica.

As principais métricas incluem a comparação direta entre faturas do período no mercado regulado e faturas no mercado livre de energia, a avaliação da previsibilidade orçamentária medida pela estabilidade do custo por MWh ao longo dos meses e a análise da conformidade regulatória, verificada pelo histórico de liquidações na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) sem penalidades.

A periodicidade recomendada é mensal para acompanhamento operacional e semestral para revisão estratégica do contrato. A Serena Energia disponibiliza painel digital com economia mensal, economia consolidada, comparativo entre mercado regulado e mercado livre de energia, previsão de consumo e consumo realizado.

Opções avançadas para empresas com múltiplas unidades ou metas de sustentabilidade

Empresas com múltiplas unidades consumidoras podem consolidar contratos para melhorar o volume negociado e simplificar a gestão. A atuação da Serena Energia em todo o Brasil permite atender unidades em diferentes estados sob um único parceiro de gestão energética.

Empresas com metas públicas de ESG podem usar a migração para o mercado livre de energia com fonte eólica como base para emissão de I-RECs (International Renewable Energy Certificates).

Esses certificados permitem comprovar, de forma auditável, o uso de energia renovável e fundamentar declarações de redução de pegada de carbono. Cada I-REC rastreia 1 MWh desde a fonte geradora até o consumidor final e é o principal instrumento para zerar emissões de Escopo 2 em relatórios de sustentabilidade.

Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂. Para emissões de outros escopos, a Serena Energia também oferece acesso a créditos de carbono de projetos certificados.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz do pôr do sol.
O uso de usinas solares de grande escala permite captar energia com eficiência máxima, otimizando os créditos que reduzem drasticamente os custos fixos de empresas parceiras.

Perguntas frequentes

Minha empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia mesmo sem um consumo mínimo?
Sim. A elegibilidade depende do tipo de conexão, em média ou alta tensão, e não do volume de consumo. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade gratuitamente.

A migração para o mercado livre de energia afeta o fornecimento físico de energia?
Não. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade, pela qualidade da rede e pela estabilidade do fornecimento. A migração é um processo exclusivamente comercial e contratual. A única mudança é de quem fornece a energia para a empresa.

Quanto tempo leva o processo de migração?
O processo regulamentar leva 6 meses, prazo exigido para encerramento do contrato com a distribuidora. A Serena Energia conduz todas as etapas sem custo adicional para clientes sob sua gestão. Quanto antes o processo for iniciado, mais cedo a empresa começa a capturar economia.

O que acontece se a empresa consumir mais ou menos energia do que o contratado?
Os contratos preveem uma faixa de flexibilidade. O consumo fora dessa faixa é liquidado no mercado de curto prazo. A Serena Energia oferece gestão ativa para reduzir essa exposição, acompanhando o consumo e orientando ajustes quando necessário.

Como os I-RECs ajudam a empresa a cumprir metas de ESG?
O I-REC é um certificado global que comprova, de forma auditável, que determinado volume de energia foi gerado por fonte renovável e consumido pela empresa. Ele é o instrumento padrão para declarar consumo 100% renovável em relatórios de sustentabilidade e para o cumprimento de metas de redução de emissões de Escopo 2.

A Serena Energia emite I-RECs correspondentes ao consumo de cada cliente.

Conclusão: coloque sua energia no lugar certo

Reduzir custos de energia sem cortar despesas operacionais é uma decisão estratégica para empresas do Grupo A, que consomem energia em média e alta tensão.

O mercado livre de energia oferece um caminho direto para diminuir o custo da energia elétrica, aumentar a previsibilidade orçamentária e avançar em metas de sustentabilidade sem alterar produção, equipe ou qualidade.

A Serena Energia, com mais de 17 anos de experiência no mercado livre de energia e posição entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, oferece migração gerenciada de ponta a ponta, sem custo adicional para clientes sob sua gestão, com consultor dedicado, plataforma digital de acompanhamento e emissão de I-RECs.

Clientes como Heineken, Cargill e Bayer já direcionam recursos que antes iam para a conta de luz para o crescimento dos seus negócios.

Inicie sua migração com suporte especializado e coloque sua energia no lugar certo.